Abertura de Empresa em 6 Passos: Guia Prático para Empreendedores

Empreendedor analisando plano de negócios em mesa de escritório com documentos e laptop

Decidir pelo caminho do empreendedorismo pode ser animador, mas também vem carregado de dúvidas. O Brasil, conhecido por seu clima de negócios pulsante, nunca viu tanta gente buscando criar o próprio negócio. Só no primeiro trimestre de 2025, mais de 1,4 milhão de novos CNPJs surgiram, sendo que 78% dos casos eram de Microempreendedores Individuais (fonte: Fenacon/Sebrae). Mas, para quem está começando, o processo pode parecer uma jornada de obstáculos — burocracias, termos estranhos, decisões complicadas. Então, surge aquela vontade de simplificar, colocar tudo num guia transparente, honesto e sem rodeios. É sobre isso que este guia se propõe: abrir o jogo sobre cada etapa de como criar uma empresa no Brasil, do planejamento à formalização, falando das dores e dos atalhos.

Ao longo do texto, além do passo a passo detalhado, você verá sugestões práticas, citações da experiência de quem já passou por isso e recomendações de serviços como o da AGSCONT Contabilidade Digital, que trabalham para tornar essa travessia menos complexa. E, sendo bem verdadeiro: problemas aparecem, até mesmo para quem segue tudo à risca. O segredo é saber onde pisar antes de começar.

Planejar e agir: dois verbos que caminham juntos na jornada do empreendedor.

Por que planejar antes de abrir sua empresa?

Não é raro encontrar histórias de pequenos negócios que fecham antes do segundo ano. E, muitas vezes, o que faltou foi um passo fundamental: tirar um tempo para organizar ideias e projetar o futuro. Abrir um CNPJ pode — em teoria — ser simples. Mas sem um bom plano, é como começar uma viagem longa sem mapa.

O valor de um plano de negócios

O plano de negócios é o esqueleto do seu sonho. Ele ajuda a prever gastos, analisar concorrentes, conhecer clientes e, até, entender se a ideia realmente tem fôlego para se tornar lucrativa. Desde as primeiras linhas de cálculo até a descrição do seu diferencial, esse documento permite antever dificuldades e preparar soluções.

  • Visão clara do mercado: Entender o mercado em que você quer atuar reduz riscos.
  • Projeção financeira: Evita surpresas com despesas ocultas.
  • Estratégia de crescimento: Saber como investir o lucro evita gastos desnecessários.

É bem comum empreendedores sentirem pressa para formalizar. Já vi clientes da AGSCONT Contabilidade Digital chegarem ansiosos pela papelada, mas, ao criar o plano com calma, muitos mudaram rotas e economizaram tempo (e dinheiro). Vale dar uma olhada no guia rápido para abertura de empresas em 2024 para uma visão ainda mais prática desse primeiro estágio.

Empreendedor analisando um plano de negócios com gráficos e anotações

Passo 1: escolha do tipo societário e natureza jurídica

O primeiro passo oficial envolve entender qual será a estrutura jurídica da empresa. Essa decisão tem implicações financeiras, tributárias e até mesmo na sua tranquilidade legal no futuro. Não existe resposta certa para todo mundo. Depende — e depende mesmo — de quanto você pretende faturar, do setor, se vai ter sócio, dos bens que pretende proteger.

Principais naturezas jurídicas

  • MEI (Microempreendedor Individual): Opção prática, rápida e barata. Ideal para quem fatura até R$ 81.000,00/ano e não tem sócio. Com regime tributário simplificado, o MEI pode ter um funcionário.
  • EI (Empresário Individual): Para pessoas físicas sem sócios e com faturamento acima do MEI. Responsabilidade ilimitada.
  • EIRELI (Empresa Individual de Responsabilidade Limitada): Agora extinta para novas aberturas, mas muitos negócios antigos ainda usam.
  • LTDA (Sociedade Limitada): Com sócios, permite proteção patrimonial. Responsabilidade limitada ao capital social.
  • Sociedade Anônima (S/A): Usada por grandes empresas, com ações negociáveis — raramente recomendada para quem está começando.

Muitas vezes, a escolha recai entre MEI e LTDA. Para novos empresários que ainda não têm volume expressivo, o MEI oferece uma porta de entrada descomplicada. Agora, se há planos de crescer, envolver sócios, ou ultrapassar o limite de faturamento anual, vale conversar com um contador experiente.

Escolha a estrutura que acompanha o seu sonho — e o protege.

No escritório da AGSCONT Contabilidade Digital, é comum analisarmos situações onde o empreendedor começou como MEI, mas rapidamente amadureceu para uma LTDA, aproveitando benefícios tributários e ampliando horizontes.

Implicações dessa escolha

  • Responsabilidade do empresário: LTDA e S/A protegem bens pessoais dos sócios. Já na EI, não existe essa separação tão clara.
  • Facilidade de crédito: LTDA e S/A costumam ter mais acesso a bancos e investidores.
  • Burocracia e custos: MEI é simples, rápido e barato. As outras opções requerem documentação mais robusta e taxas de registro maiores.

Passo 2: seleção do regime tributário

Uma das perguntas clássicas na fase inicial é: “Qual o melhor regime de tributação para mim?”. Bom, depende muito do porte, ramo, expectativa de faturamento e tipo de serviço ou produto vendidos.

Em linhas gerais, há três opções:

  1. Simples Nacional: Pensado para pequenos negócios, unifica oito tributos federais, estaduais e municipais em uma só guia. É o mais escolhido por quem está começando. Além da facilidade, pode significar economia nos primeiros anos. Aliás, você pode conferir um passo a passo para abertura de empresas no Simples Nacional para entender os detalhes.
  2. Lucro Presumido: Voltado para empresas de médio porte ou que prestam alguns tipos específicos de serviços. As alíquotas são fixas, baseadas numa estimativa de lucro, normalmente interessante para quem tem despesas operacionais baixas.
  3. Lucro Real: Mais complexo, exige contabilidade avançada e registro minucioso das movimentações. Vantagem para empresas com margens de lucro menores ou atividades específicas obrigatórias nesse regime (como bancos).

Em qualquer alternativa, uma orientação contábil qualificada faz diferença. Em várias situações, vimos negócios pagarem impostos além do necessário por uma escolha errada no início.

Comparação visual entre regimes tributários Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real

Por isso, a avaliação feita pela equipe da AGSCONT Contabilidade Digital costuma incluir simulações realistas dos tributos a pagar em cada regime, considerando os interesses do empreendedor e o potencial de crescimento da empresa.

Quem pode optar pelo Simples Nacional?

Empresas com receita bruta anual de até R$ 4,8 milhões. Algumas atividades têm restrições: instituições financeiras, por exemplo, não podem aderir. É um regime muito vantajoso no começo, mas nem sempre o melhor se a empresa for muito enxuta em margem de lucro. Isso precisa ser calculado caso a caso.

MEI: o regime dos novos empreendedores

Por falar em facilidade, o MEI conquistou muitos por cobrar uma taxa mensal fixa (que inclui INSS, ISS ou ICMS) e permitir a abertura praticamente online. Não à toa, representa quase 80% das novas formalizações de pequenos negócios, segundo o Sebrae (veja aqui).

Passo 3: preparação dos documentos necessários

Depois de definido o tipo de empresa e o regime tributário, o próximo passo é separar a documentação. Parece chato — e pode até ser. Mas é aquilo: se feito certinho, evita dor de cabeça.

  • Documentos pessoais: RG, CPF e comprovante de residência dos sócios (ou do titular, no caso de MEI).
  • Contrato social: Nas empresas com sócios, é este documento que define funções, valores dos investimentos de cada um e as regras do negócio. Existe um artigo bem completo sobre ele no blog da AGSCONT, explicando sobre o contrato social.
  • Consulta prévia de endereço: Antes de determinar o local da empresa, é preciso conferir na prefeitura se a atividade é permitida na região escolhida.
  • Alvará de funcionamento: Sem ele, negócio não opera legalmente. Vale ler sobre sua importância na abertura de empresas.
  • Inscrições fiscais: CNPJ (Receita Federal), Inscrição Estadual (quando atua com comércio ou indústria) e/ou Inscrição Municipal (para prestadores de serviço).

Em situações específicas, também pode ser necessário apresentar documentos adicionais, como laudos de vistoria, certificado digital (A1), certidões negativas e registros em órgãos de classe (CREA, CRM, etc.).

Documentos organizados para formalização de empresa no Brasil

Checklist prático para não correr riscos

Em mais de duas décadas, aprendi que fazer um checklist antes de protocolar os documentos é meio caminho andado. Aliás, a equipe da AGSCONT preparou um checklist definitivo para quem quer abrir empresa em 2024. Recomendo fortemente dar uma olhada.

  • Confirme sempre as informações pessoais: nome, CPF, data de nascimento.
  • Verifique a regularidade do imóvel: alvará, IPTU, escritura, se for o caso.
  • Cheque restrições cadastrais: dívidas dos sócios podem impedir o registro.
  • Atualize certidões: elas têm validade curta – não adianta enviar algo vencido.

Detalhes evitam retrabalho e atrasos. Conferiu? Só então envie.

Como agilizar esse processo?

Empresas digitais, como a AGSCONT Contabilidade Digital, oferecem plataformas para reunir toda a documentação em um só lugar, tornando tudo mais rápido. Além disso, o empreendedor recebe orientações para não deixar nada escapar.

Passo 4: registro nos órgãos oficiais

É aqui que a empresa “nasce”, pelo menos no papel. No Brasil, o registro começa quase sempre pela Junta Comercial (ou Cartório de Registro Civil em casos de sociedades simples). Daí, a sequência depende do tipo de empresa:

  1. Registro na Junta Comercial ou Cartório: Aprovação do contrato social e demais documentos necessários.
  2. Obtenção do CNPJ: Após a Junta, é feita a inscrição junto à Receita Federal.
  3. Inscrição Estadual ou Municipal: Essencial para empresas que comercializam mercadorias ou prestam serviços sujeitos à fiscalização tributária estadual/municipal.
  4. Alvará de funcionamento: Documento-chave, emitido pela Prefeitura, que confirma que a empresa pode operar naquele endereço.
  5. Licenças e registros específicos: Conforme o ramo, pode ser necessário obter ativações ambientais, sanitárias, de vigilância, etc.

O curioso é que, nos últimos anos, o processo ficou muito mais ágil. Em 2022, o Ministério da Economia apontou que o tempo médio nacional para formalização de empresas caiu para apenas um dia (dados oficiais). Claro, em algumas cidades ainda há mais etapas, mas a digitalização encurtou — e muito — esse caminho.

Representação detalhada de um registro empresarial na Junta Comercial

Exemplo prático: um caso do setor de serviços

Considere um cliente da AGSCONT no setor de energia solar. Depois do plano de negócios pronto e documentos organizados, em menos de uma semana a empresa já estava com CNPJ, inscrição estadual e autorização para começar a instalar painéis nos clientes. O segredo foi antecipar exigências específicas do ramo e contar com consultoria qualificada.

Alvarás e licenças que não podem ficar de fora

  • Alvará de Funcionamento: Obrigatório para quase todas as empresas. Verifique sempre as exigências locais. Algumas cidades são mais rígidas quanto a zoneamento.
  • Licenças sanitárias, ambientais ou da vigilância: Restaurantes, clínicas, indústrias e obras civis devem buscar licenças complementares.
  • Registro em órgãos de classe: Arquitetos, engenheiros, advogados, médicos, entre outros, precisam se inscrever nos respectivos conselhos.

Passo 5: abertura de conta bancária e estruturação financeira

Feito o registro, surge o momento de separar “pessoa física de pessoa jurídica”. Esse passo é muito mais que formalidade bancária — é o que sustenta uma gestão financeira transparente e saudável.

  • Escolha do banco: Bancos digitais vêm apostando em soluções sem tarifas para pequenas empresas. Bancos tradicionais, por outro lado, ainda oferecem opções robustas de crédito e maquininhas de cartão.
  • Documentação: Geralmente, pedem contrato social, CNPJ, comprovante de endereço, RG e CPF dos sócios.
  • Organização do caixa: Tenha uma conta exclusiva para o negócio. Misturar finanças pessoais e empresariais quase sempre termina em confusão.
  • Ferramentas de gestão: Hoje já existem aplicativos que integram conta bancária, emissão de notas fiscais e controle de estoque.

Dinheiro misturado é confusão à vista.

Clientes da AGSCONT relatam que só perceberam o peso de separar finanças depois que começaram a cruzar pagamentos pessoais com despesas da empresa e perderam o controle. Deixar claro que o que entra e sai é “da empresa” ajuda a evitar problemas com impostos — e com sócios, se houver.

Empresário abrindo conta bancária com documentos empresariais

Passo 6: formalização fiscal, implantação contábil e regularização

Agora, a última etapa antes de, finalmente, colocar o business para rodar. A formalização fiscal é aquilo que garante que sua empresa não vai ter problemas com multas, bloqueios ou exclusão do regime tributário escolhido.

  • Emissão de notas fiscais: Cadastre-se na prefeitura/secretaria da fazenda estadual para emitir NFs. Quem trabalha só com MEI pode emitir NFs direto pelo portal do governo.
  • Recibo de pagamento do DAS: Empresas no Simples Nacional pagam tudo em uma única guia. MEI também. Só empresas em regimes diferentes precisam fazer recolhimentos individuais.
  • Contratação de contador: Não é obrigatório para MEI, mas para outras empresas é, sim, uma obrigação formal. E, mesmo para MEI, pode ser interessante conversar com um contábil como os da AGSCONT Digital para não deixar passar nenhuma novidade.
  • Certificados digitais: Em alguns tipos de empresa e atividades, o certificado A1 é exigido para envio de obrigações acessórias e emissão de NF-e. O processo costuma ser facilitado por empresas especializadas.
  • Regularização de funcionários: Se houver contratação, não esqueça de registros trabalhistas, folha de pagamento e INSS.

Para facilitar, veja um resumo:

  • Notas fiscais prontas para uso;
  • Acesso ao portal governamental para gerir impostos;
  • Registro do contador responsável;
  • Certificação digital (se necessário);
  • Contratos de trabalho regularizados.

Empresa regularizada dorme tranquila.

A AGSCONT Contabilidade Digital, por exemplo, costuma entregar todos esses itens em poucos dias, já ajeitando obrigações acessórias, protocolos de licenças e até sugestões para melhorar controles financeiros. Mostra que não precisa ser uma maratona de papelada interminável.

Contador revisando documentos e sistema de gestão contábil

Gestão financeira, tributação e conformidade fiscal: vivendo o dia a dia da empresa

Parabéns, empresa aberta! Agora começa a fase de atenção constante: cuidar do caixa, acompanhar obrigações fiscais e manter o negócio saudável. Não é incomum ver cases como o de um pequeno prestador de serviços que, animado, esqueceu de pagar o DAS por meses. O resultado? Dívidas, perda de benefícios e stress.

  • Gestão financeira ativa: Fluxo de caixa, controle de recebimentos e pagamentos, conciliação bancária. Isso deve ser feito semanalmente, ou até diariamente nos negócios de giro rápido.
  • Emissão e guarda de notas fiscais: Documentação deve estar organizada, tanto digitalmente quanto em backups externos.
  • Tributação correta: Cada regime tem obrigações específicas, relatórios, declarações e pagamentos em datas fixas. Erros nesse controle levam à malha fina ou exclusão do Simples Nacional.
  • Auditoria interna e apoio contábil: Parceiras como a AGSCONT ajudam a monitorar indicadores e reagem rapidamente a mudanças na legislação.

Negócio bem gerido é aquele que olha para dados antes de sentir no bolso.

Empreendedor analisando o fluxo de caixa com gráficos digitais

Além de softwares práticos, vale investir um tempinho revisando cursos e conteúdos gratuitos do Sebrae, para sempre atualizar a gestão sem grandes custos. Inclusive, o Sebrae tem orientadores aos quais é possível recorrer se pintar alguma dúvida mais cabeluda sobre comportamento do mercado ou finanças.

Como evitar burocracia e tomar decisões acertadas

Muitos empreendedores ficam paralisados diante da papelada. Mas, como mostram dados da Serasa Experian, o setor de serviços — o mais forte no número de aberturas recentes — conseguiu superar a burocracia e abrir mais de 250 mil negócios em um só mês em 2023 (veja a reportagem). E, em setembro de 2024, o país teve um crescimento de 21,3% na criação de empresas em relação ao ano anterior (mais informações aqui).

A burocracia existe, mas o caminho certo encurta a jornada.

  • Procure informações em fontes confiáveis, como Cartórios, Receita Federal, Sebrae e escritórios contábeis especializados.
  • Evite atalhos suspeitos — serviços “milagrosos” prometendo formalizar sua empresa em minutos, sem documentos, são risco de fraudes.
  • Priorize empresas que atuem com processos digitais, evitando filas e idas desnecessárias a órgãos públicos.
  • Organize um calendário: reúna datas de vencimento, prazos de envio de obrigações fiscais, e alimente um lembrete para não atrasar nada.

Sempre que possível, busque parcerias — um contador parceiro ou comunidades de empreendedores podem fazer diferença até na análise de mercado. Muitas cidades possuem feiras, roteiros de capacitação e eventos gratuitos promovidos por entidades como Sebrae. Se bater insegurança, ter um contato confiável para tirar dúvidas reduz o medo de errar.

Recursos, ferramentas e onde buscar suporte

É bom lembrar que, hoje, a tecnologia democratizou o acesso a serviços contábeis, bancários e de gestão. Algumas indicações para quem está começando:

  • Sebrae: Oferece consultoria gratuita, guias online, simulações de custos, cursos e atendimento personalizado.
  • Portais governamentais: Receita Federal, Juntas Comerciais, prefeituras e órgãos estaduais quase sempre têm sessões de “Dúvidas Frequentes”.
  • Empresas especializadas, como AGSCONT Contabilidade Digital: Já nascem focadas em automatização de processos, focando na desburocratização e no atendimento humanizado.
  • Softwares de gestão: Existem soluções para emissão de notas, controle financeiro, conciliação bancária e até para calcular estoque em tempo real.

Curiosamente, muitos desses recursos são gratuitos para quem está no início. Vale testar o máximo possível antes de escolher um parceiro definitivo.

Empreendedor recebendo orientações em posto do Sebrae

Dicas práticas para garantir sucesso na formalização

  • Planeje antes: Investir tempo no plano de negócio faz diferença lá na frente, tanto para evitar prejuízos quanto para crescer de forma ordenada.
  • Confira documentos várias vezes: O retrabalho é uma das principais causas de atraso e estresse.
  • Entenda as peculiaridades do seu setor: Empresas de energia solar, como já citado, têm exigências extras. Corretoras de seguros e prestadores de serviços também.
  • Anote prazos e mantenha um check-list digital: A rotina fica mais leve e os riscos diminuem.
  • Evite misturar as finanças: Abrir uma conta PJ e registrar tudo direitinho faz diferença inclusive na obtenção de crédito.
  • Procure ajuda: Ao menor sinal de dificuldade, acione quem entende do assunto. O Sebrae pode ajudar muito, assim como uma contabilidade especializada como a AGSCONT.

Checklist ilustrado para formalização de empresa no Brasil

E, por fim, aquele clichê que é real: mantenha-se atualizado. A lei muda, os processos são revisados, novas facilidades aparecem. O que é verdade hoje, pode não valer amanhã. Acompanhar blogs como o da AGSCONT Contabilidade Digital, portais do Sebrae e sites oficiais ajuda a não ficar para trás.

Vantagens do Simples Nacional e benefícios do MEI

Para a maior parte dos novos negócios, o Simples Nacional e o MEI são portas de entrada quase obrigatórias no universo da formalidade. Isso porque concentram o pagamento de vários impostos em uma única guia — o que, só por aí, já simplifica muito a vida de quem não pode perder tempo.

  • Simples Nacional: Menos burocracia, alíquotas menores, unificação de tributos. Permite foco total na atividade-fim e libera tempo do empresário para vender, produzir ou atender clientes.
  • MEI: Taxa mensal fixa, isenção de tributos federais, possibilidade de emitir nota fiscal sem custo, acesso a INSS, aposentadoria, auxílio-doença, licença-maternidade. E o cadastro é quase sempre online.

Basta dizer que o MEI foi responsável por quase 80% das novas formalizações em 2025, segundo dados do Sebrae (confira os números aqui). O lado ruim? Há limites de atividade e de faturamento. Cresceu além do teto? Precisa migrar para outra categoria imediatamente e ajustar o pagamento dos impostos.

Para empresas que logo esperam crescer ou que têm sócios, o Simples Nacional acaba sendo o caminho mais acompanhando as fases iniciais do negócio, facilitando tributos, cumprimento das regras e acesso a linhas de crédito.

Considerações finais

Abrir uma empresa nunca foi tão acessível quanto hoje — mas ainda exige atenção, organização e, muitas vezes, um pouco de paciência. O processo, em linhas gerais, passa por seis principais estágios: definir estrutura jurídica, escolher a tributação, preparar documentação, realizar registros oficiais, estruturar a gestão e, finalmente, cuidar da conformidade diária.

Junte a isso um plano de negócios bem-feito, clareza na escolha do regime tributário, auxílio de uma contabilidade moderna (como a da AGSCONT Contabilidade Digital), ferramentas tecnológicas e um olho afiado para prazos e detalhes, e o cenário para crescer fica mais sólido. Se você está trilhando esse caminho, saiba que informação e suporte são aliados de peso.

Formalize com segurança, planeje sem pressa e sustente seu negócio com base sólida. Assim, o futuro é de prosperidade.

Se sente que está pronto para dar o próximo passo ou precisa de uma mão amiga, não hesite em conhecer melhor a equipe da AGSCONT Contabilidade Digital. Tornaremos sua jornada mais leve, menos burocrática e com aquele atendimento que você procurava. Comece seu projeto de sucesso — busque consultoria, automatize e sinta a diferença.

Perguntas frequentes

Como abrir uma empresa do zero?

O processo começa com um bom planejamento: defina a atividade, estude o mercado e faça um plano de negócios. Depois, é preciso escolher a estrutura jurídica (como MEI ou LTDA), decidir o regime tributário (Simples Nacional costuma ser o mais indicado para quem está começando), preparar toda a documentação (RG, CPF, comprovante de residência, entre outros) e registrar na Junta Comercial. Após isso, obtenha o CNPJ, alvará e as licenças necessárias. O Sebrae e escritórios como a AGSCONT podem ajudar muito nesse processo, tornando-o mais ágil e seguro.

Quais documentos preciso para abrir empresa?

Para a maioria dos negócios, é necessário RG, CPF, comprovante de residência dos sócios ou titular, contrato social (para empresas com sócios), comprovante do endereço comercial, consulta prévia de atividade/local, certidões negativas, inscrição estadual e/ou municipal, além do alvará de funcionamento. Algumas atividades podem exigir documentação específica, como licenças ambientais ou registros em órgãos de classe. MEIs têm um processo mais simples, mas precisam também de documentos pessoais e comprovante do local de trabalho.

Quanto custa abrir uma empresa no Brasil?

O custo varia conforme a cidade e o tipo de negócio. Para MEIs, a formalização é gratuita, restando apenas a taxa mensal do DAS. Para outros tipos (LTDA, EI), existem taxas de registro na Junta Comercial (em média de R$ 100 a R$ 500), custos com alvará e algumas licenças. Além disso, pode haver taxas para obtenção do certificado digital e honorários contábeis. No geral, formalizar uma pequena empresa gira em torno de R$ 1.000 a R$ 2.500, considerando todos os emolumentos e registros iniciais.

Vale a pena abrir MEI ou Ltda?

Para quem está começando e não ultrapassa o limite de faturamento do MEI (R$ 81.000/ano), o MEI é uma ótima escolha: menos burocracias, custos baixos e benefícios do INSS. Se há planos de crescimento rápido, necessidade de sócios, atuação em setores não permitidos ao MEI ou faturamento acima do limite, migrar para LTDA é o caminho. Cada caso pede análise individual, então consulte um contador para saber o que melhor se adapta à sua situação.

Quanto tempo leva para abrir uma empresa?

A formalização está cada vez mais rápida. Para MEIs, pode-se formalizar e ter CNPJ em minutos, tudo online. Empresas do tipo LTDA ou EI, em cidades com processos digitais, levam de 1 a 7 dias, dependendo da agilidade da Junta Comercial e da prefeitura. Em regiões com sistema menos automatizado, o trâmite pode levar até 15 dias, mas muitos estados já reduziram esse prazo para menos de uma semana, graças à integração de órgãos e serviços digitais.

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